segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Não há paredes!


Quando cantamos canções dizendo ao Senhor: " Eis-me aqui", "Envia-me a mim", "Aqui está minha vida", normalmente pensamos em nações, pensamos em palcos, em microfones, em multidões. Mas eu gostaria que você mudasse um pouco esse conceito. Temos que mudar nossa forma de pensar e nos dar conta que ao nosso redor existem pessoas com tantas necessidades. Devemos deixar de ver nossa fé como algo privado e pessoal, e precisamos tirar Deus das quatro paredes em que colocamos. E sabe o que? É tempo de o levarmos para a escola conosco, é tempo de levá-lo para o trabalho, ao mercado, aonde você vai, que Ele te acompanhe e que seja o tema de conversar quando você fala com outras pessoas.
Se comprometa a fazer algo simples, falar de Jesus para os seus amigos, aos seus familiares! 


Essa musica a baixo fala muito dessa verdade, leia.

Quero levar-te a todo lugar comigo
Quero que entre as gentes sejas conhecido
Eu de Ti não me envergonho, és o meu Deus

Quero levar tua voz por todo caminho
E de teu amor falar com desconhecidos
Ao lugar onde trabalho, à escola,
e onde viajo
Te quero levar

Fora do templo e da religião
Por todo o povo e toda região
Entre as gentes que vagam hoje
Sem rumo fixo sem direção
Entre as praças de minha cidade
Em onde há tanta necessidade
Por todas as partes te levar
Pois não há paredes que te possam esconder

Quero que em toda parte estejas comigo
Nas minhas conversas com meu amigos
Quero que Tu sejas o centro das atenções

Quero que sejas o ponto de referência
E caminhar consciente de Tua presença
Ao fazer um comentário
Em minhas práticas do dia-a-dia Tu deves estar

Fora do Templo e da religião
Por todo povo e toda região
Entre as gentes que vagam hoje
Sem rumo fixo sem direção
Entre as praças de minha cidade
Em onde há tanta necessidade
Por todas as partes te levar
Pois não há paredes que te possam esconder

Fora do Templo e da religião
Por todo povo e toda região
Entre as gentes que vagam hoje
Sem rumo fixo sem direção
Entre as praças de minha cidade
Em onde há tanta necessidade
Por todas as partes te levar
Pois não há paredes que te possam esconder

Meu amigo tu sempre serás
Comigo sempre Tu estarás
Comigo eu te levarei
A qualquer lugar


musica de Jesús Adrián Romero

domingo, 4 de dezembro de 2011

João 3:8

"O vento assopra onde quer, e ouves a sua voz, mas não sabes de onde vem, nem para onde vai; assim é todo aquele que é nascido do Espírito." João 3:8



quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Trash


Você abre mão das suas coisas por Deus? Dos seus lixos? Você entrega tudo? Pense nisso.. =)



OBS: Infelizmente o vídeo não veio com legenda, para ver com legenda clique aqui

sábado, 26 de novembro de 2011

Tudo Posso?


Negligenciar ou cuidar mal do corpo é uma questão de ordem espiritual.
Da mesma maneira, fazer exercicios e cuidar do corpo, fazendo uma malhação são iniciativas que têm tudo a ver com Deus. Afinal, como poderiamos glorificar o Senhor se permitíssemos deliberadamente que nossos corpos se deteriorassem? Precisamos cuidar do nosso corpo!


"Acaso não sabem que o corpo de vocês é santuário do Espirito Santo
que habita em vocês, que lhes foi dado por Deus, e que vocês não saõ de si mesmos? Vocês foram comprados por alto preço. Portanto, glorifiquem a Deus com o seu próprio corpo." (Corintios 6: 19-20)

Se alguém tentasse identificar os cristãos presentes em um multidão a partir da maneira como eles tratam os próprios corpos, como você acha que se sairia?

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

O namoro e os docinhos

Um artigo na revista americana 'Time' deixou uma imagem gravada em minha mente: uma criancinha sentada sozinha em um quarto, com os olhos fixos em um docinho. Esta foto estranha capta os sentimentos que tenho no conflito de confiar em Deus para cuidar do meu futuro estado civil.


O tema do artigo não era relacionado com namoro - e nem com docinhos. Era sobre uma pesquisa feita com crianças. Os primeiros parágrafos diziam assim:
Ao que tudo indica um cientista pode prever o futuro ao observar crianças de quatro anos de idade interagirem com um docinho. O pesquisador convida as crianças, uma de cada vez, em um quarto comum e começa o seu gentil tormento: “Você pode comer este docinho agora”, ele diz, “mas se você esperar até que eu resolva um assunto, você poderá ficar com dois docinhos quando eu voltar.” E então ele vai embora. Algumas crianças agarram o doce no minuto que ele sai pela porta. Outros duram alguns minutos antes de desistirem. Mas outros estão determinados a esperarem. Eles cobrem os olhos; abaixam a cabeça; ficam cantarolando; tentam brincar ou até mesmo caem no sono (rs). Quando o pesquisador retorna, ele dá a estas crianças os seus “suados” docinhos. E então a ciência aguarda até que cresçam. Quando as crianças chegam ao ensino médio, algo impressionante aconteceu. Uma enquete entre os pais e professores das crianças levantou que aqueles que, aos quatro anos de idade, tiveram a esperar pelo segundo docinho geralmente se tornavam adolescentes mais ajustados, mais populares, aventureiros, confiantes e de confiança. As crianças que logo caiam na tenta­ção eram mais suscetíveis a serem solitários, teimosos e se frustravam facilmente. Eles se dobravam sob pressão e se intimidavam com desafios. Obviamente, a moral da história é que desenvolver o caráter necessário para adiar uma satisfação em pequenas áreas pode se traduzir em grande sucesso em outras áreas. Mas as crianças de quatro anos de idade no estudo não sabiam disso. Eles não resistiram ao docinho desejando obter melhores notas no ensi­no médio. Eles superaram a vontade de comer o docinho por­que eles tinham fé - eles podiam vislumbrar o momento quan­do o simpático homem de roupa branca retornaria com dois docinhos. Eles perseveraram porque eles tinham confiança.
Esta história realmente me encoraja. Algumas vezes en­quanto espero pelo tempo de Deus para o romance, enfrento os mesmos conflitos internos que aqueles garotinhos devem ter enfrentado. Como o docinho que atrai a atenção do menino, o namoro me chama pelo nome. E deixe-me dizer isso, parece uma delícia! Por que eu não pego logo? E por que você não? Porque Deus prometeu algo melhor. Ele provê algo melhor agora ao aproveitarmos as oportunidades únicas de estar solteiro, e ele proverá algo melhor depois quando entrarmos no casamento. Mas precisamos ter fé para crer nisso. Como aquelas criancinhas, somos deixados a sós com algo que poderia nos satisfazer imediatamente. E não conseguimos enxergar a re­compensa de adiar a nossa satisfação.
Isso nos leva à seguinte questão: Você confia em Deus? Não me venha com uma resposta pronta da escola dominical. Você realmente confia Nele? Você vive a sua vida como se con­fiasse Nele? Você crê que abrindo mão de algo bom agora por ser a hora errada Deus irá trazer algo melhor quando for a hora certa? Pense nisso ;)


Tirado do livro 'Eu Disse Adeus ao Namoro', de Joshua Harris 

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Vou ficar aqui

Eu vou ficar aqui
Perto de você
Pois não há lugar melhor
Para me esconder

Só aqui eu posso ouvir
Seu doce som
Que ecoa pelo universo
E atinge o meu coração

Jesus!

Você veio a mim
E me tocou
E em liberdade
Eu aprendi a amar

Nos caminhos de pureza,
Nos caminhos de beleza
Descobri onde te encontrar

Jesus!

Ando pra trás quando não te vejo.

Não existem palavras pra descrever
Eu amo você!

Gosto dessa letra de música. É simples e confortante! Existem músicas que são como nossas orações cantadas. Conseguimos expressar tudo o que queremos sem ser necessário usar nossas próprias palavras. Vejo essa música assim. Faço dela a minha oração quando as palavras não são suficientes para expressar o que o meu coração está gritando! As vezes é bom nos trancar no quarto, colocar uma música dessa e ouvir, simplesmente ouvir... E ouvindo a música começamos a ouvir a voz de Deus, começamos a senti-lo do nosso lado! Suas orações faladas também são importantes, mas é como eu digo, nem sempre sabemos falar o que o nosso coração diz!

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Há tempo para todo o propósito debaixo do céu! #reflexão

Por que insistimos em viver desta forma? Na minha opi­nião, adotamos a mentalidade da satisfação imediata pois per­demos de vista o princípio bíblico das épocas (veja Eclesiastes 3:1-8). Da mesma forma que o papel da primavera é diferente do papel do outono, assim cada estação da nossa vida tem dife­rentes ênfases, focos e beleza. Um não é melhor do que o ou­tro; cada época possui os seus próprios tesouros singulares. Não podemos pular fases para experimentar as riquezas de outra época da vida como tampouco um fazendeiro pode apressar a primavera. Cada época é construída com base na anterior.




tirado do livro ' Eu disse adeus ao namoro' de Joshua Harris