sábado, 26 de novembro de 2011

Tudo Posso?


Negligenciar ou cuidar mal do corpo é uma questão de ordem espiritual.
Da mesma maneira, fazer exercicios e cuidar do corpo, fazendo uma malhação são iniciativas que têm tudo a ver com Deus. Afinal, como poderiamos glorificar o Senhor se permitíssemos deliberadamente que nossos corpos se deteriorassem? Precisamos cuidar do nosso corpo!


"Acaso não sabem que o corpo de vocês é santuário do Espirito Santo
que habita em vocês, que lhes foi dado por Deus, e que vocês não saõ de si mesmos? Vocês foram comprados por alto preço. Portanto, glorifiquem a Deus com o seu próprio corpo." (Corintios 6: 19-20)

Se alguém tentasse identificar os cristãos presentes em um multidão a partir da maneira como eles tratam os próprios corpos, como você acha que se sairia?

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

O namoro e os docinhos

Um artigo na revista americana 'Time' deixou uma imagem gravada em minha mente: uma criancinha sentada sozinha em um quarto, com os olhos fixos em um docinho. Esta foto estranha capta os sentimentos que tenho no conflito de confiar em Deus para cuidar do meu futuro estado civil.


O tema do artigo não era relacionado com namoro - e nem com docinhos. Era sobre uma pesquisa feita com crianças. Os primeiros parágrafos diziam assim:
Ao que tudo indica um cientista pode prever o futuro ao observar crianças de quatro anos de idade interagirem com um docinho. O pesquisador convida as crianças, uma de cada vez, em um quarto comum e começa o seu gentil tormento: “Você pode comer este docinho agora”, ele diz, “mas se você esperar até que eu resolva um assunto, você poderá ficar com dois docinhos quando eu voltar.” E então ele vai embora. Algumas crianças agarram o doce no minuto que ele sai pela porta. Outros duram alguns minutos antes de desistirem. Mas outros estão determinados a esperarem. Eles cobrem os olhos; abaixam a cabeça; ficam cantarolando; tentam brincar ou até mesmo caem no sono (rs). Quando o pesquisador retorna, ele dá a estas crianças os seus “suados” docinhos. E então a ciência aguarda até que cresçam. Quando as crianças chegam ao ensino médio, algo impressionante aconteceu. Uma enquete entre os pais e professores das crianças levantou que aqueles que, aos quatro anos de idade, tiveram a esperar pelo segundo docinho geralmente se tornavam adolescentes mais ajustados, mais populares, aventureiros, confiantes e de confiança. As crianças que logo caiam na tenta­ção eram mais suscetíveis a serem solitários, teimosos e se frustravam facilmente. Eles se dobravam sob pressão e se intimidavam com desafios. Obviamente, a moral da história é que desenvolver o caráter necessário para adiar uma satisfação em pequenas áreas pode se traduzir em grande sucesso em outras áreas. Mas as crianças de quatro anos de idade no estudo não sabiam disso. Eles não resistiram ao docinho desejando obter melhores notas no ensi­no médio. Eles superaram a vontade de comer o docinho por­que eles tinham fé - eles podiam vislumbrar o momento quan­do o simpático homem de roupa branca retornaria com dois docinhos. Eles perseveraram porque eles tinham confiança.
Esta história realmente me encoraja. Algumas vezes en­quanto espero pelo tempo de Deus para o romance, enfrento os mesmos conflitos internos que aqueles garotinhos devem ter enfrentado. Como o docinho que atrai a atenção do menino, o namoro me chama pelo nome. E deixe-me dizer isso, parece uma delícia! Por que eu não pego logo? E por que você não? Porque Deus prometeu algo melhor. Ele provê algo melhor agora ao aproveitarmos as oportunidades únicas de estar solteiro, e ele proverá algo melhor depois quando entrarmos no casamento. Mas precisamos ter fé para crer nisso. Como aquelas criancinhas, somos deixados a sós com algo que poderia nos satisfazer imediatamente. E não conseguimos enxergar a re­compensa de adiar a nossa satisfação.
Isso nos leva à seguinte questão: Você confia em Deus? Não me venha com uma resposta pronta da escola dominical. Você realmente confia Nele? Você vive a sua vida como se con­fiasse Nele? Você crê que abrindo mão de algo bom agora por ser a hora errada Deus irá trazer algo melhor quando for a hora certa? Pense nisso ;)


Tirado do livro 'Eu Disse Adeus ao Namoro', de Joshua Harris 

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Vou ficar aqui

Eu vou ficar aqui
Perto de você
Pois não há lugar melhor
Para me esconder

Só aqui eu posso ouvir
Seu doce som
Que ecoa pelo universo
E atinge o meu coração

Jesus!

Você veio a mim
E me tocou
E em liberdade
Eu aprendi a amar

Nos caminhos de pureza,
Nos caminhos de beleza
Descobri onde te encontrar

Jesus!

Ando pra trás quando não te vejo.

Não existem palavras pra descrever
Eu amo você!

Gosto dessa letra de música. É simples e confortante! Existem músicas que são como nossas orações cantadas. Conseguimos expressar tudo o que queremos sem ser necessário usar nossas próprias palavras. Vejo essa música assim. Faço dela a minha oração quando as palavras não são suficientes para expressar o que o meu coração está gritando! As vezes é bom nos trancar no quarto, colocar uma música dessa e ouvir, simplesmente ouvir... E ouvindo a música começamos a ouvir a voz de Deus, começamos a senti-lo do nosso lado! Suas orações faladas também são importantes, mas é como eu digo, nem sempre sabemos falar o que o nosso coração diz!

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Há tempo para todo o propósito debaixo do céu! #reflexão

Por que insistimos em viver desta forma? Na minha opi­nião, adotamos a mentalidade da satisfação imediata pois per­demos de vista o princípio bíblico das épocas (veja Eclesiastes 3:1-8). Da mesma forma que o papel da primavera é diferente do papel do outono, assim cada estação da nossa vida tem dife­rentes ênfases, focos e beleza. Um não é melhor do que o ou­tro; cada época possui os seus próprios tesouros singulares. Não podemos pular fases para experimentar as riquezas de outra época da vida como tampouco um fazendeiro pode apressar a primavera. Cada época é construída com base na anterior.




tirado do livro ' Eu disse adeus ao namoro' de Joshua Harris 

sábado, 29 de outubro de 2011

Sacrificio de amor


Vemos hoje muitas pessoas aqui no Brasil com vergonha de dizer que são cristãos, ou de sair da igreja com a bíblia na mão, tudo isso para conquistar um pouco de “fama”, enquanto missionários estão em outros lugares do mundo, lugares que são perseguidos, querendo andar com a bíblia mão, mas não podendo, tudo isso pra conquistar alguma vida! Nega-se a Jesus tão facilmente que nem se percebe, enquanto pessoas não negam a Jesus mesmo sendo queimadas vivas, crucificadas como Jesus ou sendo torturadas até a morte.
Assisti a uma peça chama “Tortura” do Grupo Jeová Nissi (o grupo que fez Jardim do Inimigo) e, sinceramente fiquei muito espantada. Eles relatam sobre a igreja perseguida e mostra os sacrifícios que missionários fazem para conseguir falar um pouco da palavra de Deus (enquanto nós temos todas as oportunidades e não aproveitamos). A maioria deles sofre realmente uma tortura, mas mediante a tudo continuam louvando ao Senhor.
Essa peça me fez pensar um pouco e ver onde eu estava errando. Descobri que eu errava em, na maioria das vezes, não orar por eles. Confesso que muitas vezes eu julguei a minha causa mais importante e orei tanto por mim e pelas minhas realizações que me esqueci de tirar um tempo para orar pelas pessoas que se sacrificam por amor! Descobri também, ou melhor, relembrei que a minha oração pode mudar tudo! A nossa oração pode mudar tudo.
Durante a peça pediram para que a gente se ajoelhasse e orasse um pouco por eles, e que cantasse a parte de uma música que é assim: “Ouve oh Deus, nossa oração, Altíssimo. Sara essa nação, é o clamor da igreja que te adora!”. Caiu a minha ficha. Não é necessário orar somente por eles e nem pelas outras nações, mas pela nossa nação é essencial! Temos que aprender a dar valor a coisas mínimas que temos direito aqui, como sair nas ruas pregando a palavra de Deus, ou andar com a Bíblia na mão!
Quantas vezes você olhou para o seu colega de classe e perguntou a ele se ele tinha Jesus, ou começou a contar às maravilhas que Ele mesmo fez em sua vida? Conversar sobre futebol, sobre o fim de semana foi melhor, né?!  É necessário aprender a ser um sal fora do saleiro, a mostrar a sua cara, realmente! Estamos juntos nessa?

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Estevão, exemplo de homem cristão!

Cristo sempre quis que suas qualidades fossem reproduzidas em nós. É interessante notar que a Bíblia fala que Jesus era cheio de graça. Estevão era reconhecido no meio do povo por suas virtudes, por ser cheio do Espírito Santo; ele era um modelo de cristão. Sábio, podia debater com qualquer um, mas o fato dele ser cristão irritava algumas pessoas...
Os inimigos de Estevão tentaram de tudo para colocá-lo em dificuldade. Discutiram com ele, acusaram de crimes que não cometera, espalharam boatos falsos... ele estava em situação de pressão, e quando nós estamos sendo injustiçados, nossa tendência é ficarmos irados, deprimidos... e logo nossa expressão facil, tom de voz, denuncia nosso estado de espírito. Não foi bem assim com Estevão, mesmo sendo pressionado, injustiçado, seu rosto parecia como de um anjo! 
Ele foi questionado e logo apresentou o que estava escrito na bíblia. Será que temos nos dedicado a conhecer a Bíblia? Mesmo Estevão se encontrando naquela situação, ' todos contra um', ele foi corajoso em denunciar aquilo que não estava em conformidade com a palavra de Deus. Se colocando no lugar dele, será que você seria corajoso em falar a verdade, mesmo sendo mal visto por seus amigos? Por fim, Estevão foi apedrejado, teve sua vida totalmente entregue a Deus e foi capaz de resistir ao medo! Até que ponto você se entregaria por Jesus?Nem sempre vamos ser tratados de maneira junta aqui na Terra, Jesus mesmo nos disse que teríamos aflições, que seríamos odiados, e perseguidos; mas nem por isso podemos deixar o medo tomar conta de nós, pois o medo muita das vezes nos paraliza e nos impede de alcançar o alvo de Deus para nossas vidas!

sábado, 22 de outubro de 2011

Jogo do contente

Passamos por momentos difíceis na vida, por momentos em que queremos jogar tudo pro alto e desistir ou momentos de uma felicidade tão extrema que não sabemos se pulamos, choramos, gritamos ou sei lá o que.
Para ser sincera, eu não estou passando pela melhor fase ou momento da minha vida! Coisas que eu não posso ter o controle acontecem ao meu lado e eu simplesmente não sei o que fazer, preocupações surgem do vento e as alegrias não tem sido constantes (só porque eu estou com um sorriso no rosto, não significa que por dentro eu esteja radiante, pode ser o antônimo perfeito disso).
Essas caminhadas não tão perfeitas conseguem ser recompensadoras, se você olhar de outro modo. Uma vez li um livro, ou melhor dois, Pollyana e Pollyana Moça. Um era a ‘continuação’ e falavam sobre a mesma menina, a qual tinha uma espécie de jogo, que ela jogava todos os dias de sua vida, O Jogo do Contente! Tudo o que acontecia com ela de uma maneira ruim, ela tentava retirar algo bom disso, algo que a deixasse contente! E assim eu fiz... A minha parte recompensadora entra aqui. Achei que estava sozinha, e nessa hora, tapei os meus olhos para todas as minhas amizades, mas fortaleci a amizade mais importante da minha vida. Fortaleci a minha amizade com Deus! Aprendi a confiar mais nEle e a saber esperar pelo momento certo de agir, pela certa forma de agir!
A vida é como a lua, feita de fases. Nem todas elas são boas, nem todas elas são ruins, mas todas, com certeza, são recompensadoras de alguma forma! Aprenda  a ver o mundo de outra forma, aprenda a jogar o Jogo do Contente!